Sinopse: Com prefácio de José Sarney e comentário de Carlos Heitor Cony, este romance conta a história de uma menina do interior de Minas Gerais que tinha o dom de cuidar das plantas, dos animais, dos enfermos, tornando-se enfermeira.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A dor de cada um”, de Antonio Olinto, publicado pela editora Mondrian, em 2001 e com 230 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
A leitura dos livros de Antonio Olinto conduz o leitor por trajetos que misturam o íntimo e o externo, onde o ritmo ora se faz contemplativo, ora ganha a urgência das aventuras extremas. A prosa cria imagens vívidas de paisagens e culturas diversas, desde as altitudes geladas dos Andes até as tradições africanas, sempre com personagens que se movem entre a infância e a maturidade, entre o sonho e a realidade. A tensão surge tanto na travessia física de territórios desafiadores quanto na passagem emocional e cultural que os personagens enfrentam. O tom varia entre a delicadeza de memórias afetivas e a aspereza das condições naturais, oferecendo uma experiência de leitura que é ao mesmo tempo sensorial e reflexiva. Navegar pelos livros de Antonio Olinto é entrar num catálogo que valoriza a pluralidade do ser humano e a riqueza das tradições, com narrativas que convidam à descoberta e ao questionamento do que significa pertencer a diferentes mundos.