
Título: A ÉPOCA DA INOCÊNCIA
Autor: Edith Wharton
Sinopse: Newland Archer é um jovem advogado rico; May Welland, uma moça inocente e adorável. 0s dois formam o casal dos sonhos da alta sociedade no final do século XIX Isso até a chegada da condessa Olenska, prima de May que retorna da Europa com costumes pouco convencionais para a época. A partir desse triângulo amoroso, Edith Whartor descreve com precisão magistral os costumes da Era Dourada de Nova York. Cada gesto, cada frase dos protagonistas surge carregada de tensão sexual e faz com que o leitor participe daquele mundo como se estivesse presente nos bailes, nos encontros, nas conversas mantidas apenas pela troca de olhares. Não à toa o maravilhoso texto de Wharton tornou-se ? primeiro romance escrito por uma mulher a ganhar o Prêmio Pulitzer, em 1921, e um best seller que atravessa o tempo, capaz de provocar novas sensações a cada leitura.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A ÉPOCA DA INOCÊNCIA”, de Edith Wharton, publicado pela editora Editora Lafonte, em 2024 e com 352 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Lafonte
Páginas: 352
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6558705079
ISBN13: 9786558705079
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,325
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 13,50
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Lafonte oferecem uma experiência de leitura que transita entre o clássico e o reflexivo, com obras que exploram desde os dilemas sociais e morais até a filosofia e a aventura. O catálogo apresenta narrativas que frequentemente abordam conflitos humanos profundos, como preconceito racial, críticas à sociedade e busca por autoconhecimento, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou culturais específicos. Há também espaço para textos que estimulam a reflexão filosófica e ética, com linguagem que pode variar do denso ao acessível, contemplando desde romances até ensaios e livros ilustrados. Essa diversidade sugere uma curadoria que valoriza o diálogo entre tradição literária e temas universais, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto envolvente.
