
Título: A escultura de si
Autor: Michel Onfray
Sinopse: Tradicionalmente, o corpo não é bem visto na filosofia ocidental e muito menos a utilização que dele se faz. Depois de Platão, o corpo foi desvalorizado em nome da moral e da razão. Entre o tato e a inteligência, o divórcio parece ser irremediável. Tudo transcorre como se houvesse uma liberdade vigiada dos sentidos, dos odores e do sexo. De uma forma ou de outra, a maioria das pessoas se esforça para negar o que remete ao físico. Já o filósofo francês Michel Onfray pensa diferente. Para ele, através do que se come, por exemplo, é possível conhecer um corpo, um estilo, um universo e até mesmo uma filosofia. Esta última não seria apenas uma disciplina e estaria presente nos mínimos atos em que o mundo é questionado radicalmente. Nietzsche é a referência que conduz o autor neste livro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A escultura de si”, de Michel Onfray, publicado pela editora Rocco, em 1995 e com 210 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Rocco
Páginas: 210
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8532505139
ISBN13: 9788532505132
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
