
Título: A FADA PIRADA
Autor: Cristina Porto
Sinopse: Dentro da gente-de mim, de você, da Eva, da Genoveva...-há sempre um mundo diferente. O meu é povoado por incontáveis e diminutos seres que, de repente, sem mais nem menos, toam forma, crescem, começam a andar, a falar, a agir, a brigar, a se amar... São meninas, feito a Serafina, a Joana Banana, a Maria, que queria comer o céu com a boca... São meninos, feito o Zeca, aquele que achou uma peteca, o Chico Cochicho, o Xisto, o Juca... São pessoas mais velhas, como Chico Palito, o tocador de realejo, Seu Nonô, o melhor amigo da Serafina... São formigas, periquitos, periquitas, papagaios, gatos e cachorros, cobras e lagartos! São até estrelas cadentes que viram gente, feito a Dindi, que se casou com o cometa Rabo-de-Fogo, seu eterno apaixonado... E são bruxas, fadas e magos, com a Filomena e o Lafaiete, que você está conhecendo agora.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A FADA PIRADA”, de Cristina Porto, publicado pela editora Vozes, em 1993 e com 16 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vozes
Páginas: 16
Ano: 1993
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8532609961
ISBN13: 9788532609960
Sobre a editora
Os livros da editora Vozes convidam o leitor a um contato profundo com temas que transitam entre o espiritual, o educacional e o filosófico, frequentemente com uma abordagem reflexiva e didática. A experiência de leitura é marcada por textos que ora se apresentam como instrumentos práticos — como manuais para projetos ou guias para catequese — ora se aprofundam em análises filosóficas e sociológicas, revelando um tom sério e contemplativo. Muitas obras exploram a dimensão da fé, da mística e da oração, enquanto outras investigam questões da psicologia, pedagogia e ética, oferecendo uma diversidade que, apesar de ampla, mantém um foco na formação do indivíduo e da comunidade. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas, como memórias e parábolas, e textos de caráter mais informativo e teórico, com linguagem acessível e estruturada para diferentes públicos, desde estudantes até leitores interessados em espiritualidade e ciências humanas.
