
Título: A familia que vive em nós
Autor: Chantal Rialland
Sinopse: Quem entre nós não sofreu o peso de uma história mais ou menos densa, mais ou menos secreta, cheia de culpa, que repetimos incansavelmente? Por que fazemos com obstinaçaõ más escolhas amorosas? Por que multiplicamos fracassos aparentemente injustificavéis? Por que adoecemos, por que sofremos de uma pertubação que nada tem de genética, mas já se manifestou num de nossos ancestrais, precisamtente na idade em que nos encontramos? Esses fenômenos de repetiçaõ, essas identificações com um pai, uma mãe, um avô ou um irmão são vivenciados todos os dias. Às vezes, chegam até a matar-nos. Por causa disso, não conseguimos viver em paz com nosso próprio ser ou destruimos aqueles que amamos. Graças à psicogenealogia, uma abordagem terapeutica rápida, eficaz, acessível a todos, aprendemos a formular as questões corretas, a desemaranhar esses fios entrelaçãdos num passado às vezes longínguo, a libertar-nos de nossos bloqueios, a romper o jugo inconsciente imposto pelo peso de uma história mal-resolvida.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A familia que vive em nós”, de Chantal Rialland, publicado pela editora Loyola, em 1997 e com 216 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Loyola
Páginas: 216
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8515014459
ISBN13: 9788515014453
Sobre a editora
Os livros da editora Loyola costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma abordagem profunda da fé cristã, da teologia e da espiritualidade, frequentemente com um tom reflexivo e didático. O catálogo apresenta obras que transitam entre textos que dialogam com a tradição religiosa e análises mais contemporâneas sobre temas como educação, filosofia e comunicação, revelando uma preocupação com o entendimento crítico e a formação pessoal. A linguagem varia entre o acessível e o acadêmico, contemplando desde textos para jovens e crianças até estudos para pesquisadores. A diversidade das obras sugere um equilíbrio entre narrativas que inspiram a vivência religiosa e trabalhos que exploram questões culturais, políticas e históricas ligadas à religião e à sociedade.
