
Título: A Filha de Agamenon e O Sucessor
Autor: Ismail Kadaré
Sinopse: Durante o 1o. de Maio albanês, um jornalista que não se cansa de criticar o regime se vê dividido entre presenciar o desfile oficial - para o qual foi estranhamente convidado - e esperar pela namorada Suzana, que se afastara dele por recomendação do pai, alto figurão do governo. A submissão de Suzana é comparada ao destino da filha de Agamenon, sacrificada pelo pai para aplacar a fúria dos deuses. Escrito quase vinte anos depois de A filha de Agamenon - cujos manuscritos tiveram de sair da Albânia escondidos na mala do editor francês de Kadaré -, o thriller político O Sucessor retoma os personagens do primeiro romance e o episódio nunca esclarecido da morte do primeiro-ministro Mehmet Shehu, em 1981, durante o governo de Enver Hodja. Com o humor melancólico e a dimensão mitológica que o transformaram num dos maiores escritores da atualidade, Kadaré cria duas pequenas obras-primas, tomando como pano de fundo a história recente da Albânia comunista. "Obra-prima da miséria e da grandiosidade humanas" - Financial Times (sobre O Sucessor)
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Filha de Agamenon e O Sucessor”, de Ismail Kadaré, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2006 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 224
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535907858
ISBN13: 9788535907858
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,279
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
