
Título: Uma Questão de Loucura
Autor: Ismail Kadaré
Sinopse: Em Uma questão de loucura, o jovem narrador relata a tomada do poder na Albânia pelos comunistas ao fim da Segunda Guerra Mundial. Em forte contraponto literário, assistimos à desagregação de sua numerosa família, deflagrada pelo lento desaparecimento do avô. Ponto privilegiado de cruzamento entre a história da Albânia e a história individual, Uma questão de loucura narra a passagem do "Partido" da clandestinidade ao poder explícito e totalitário, dividindo a população entre comunistas e "outros". O narrador e seu amigo Illir tentam contrapor sua rica e por vezes mórbida imaginação infantil às adversidades e absurdos desse mundo estranho que surge, tutelado a partir da Rússia pelo grande "tio" Stálin. Nesta pequena obra-prima, Kadaré encena com rigor e leveza um comovente adeus à Albânia desaparecida junto com suas culturas tradicionais.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Uma Questão de Loucura”, de Ismail Kadaré, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2007 e com 80 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 80
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535911103
ISBN13: 9788535911107
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,137
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
