
Título: Vida, Jogo e Morte de Lul Mazrek
Autor: Ismail Kadaré
Sinopse: No fim da ditadura comunista, o governo da Albânia, preocupado com as crescentes fugas empreendidas por pessoas insatisfeitas com o regime, resolve aumentar a repressão nas regiões fronteiriças. Lul Mazrek é um aspirante a ator que, convocado pelo Exército, desloca-se para um balneário ao sul do país com a missão de evitar que os chamados 'contestadores do Estado' consigam escapulir pela fronteira com a Grécia. Lá, ele conhece a sedutora Violtsa Morina, escalada pelo regime para identificar potenciais traidores. O encontro dos dois personagens dá início a uma trama sombria, de farsa e morte, que leva o jovem Lul a um confronto inesperado com as próprias certezas. Narrado com a leveza e o ritmo acelerado de um thriller, o romance refaz, através de uma conturbada história de amor, a trajetória de um regime em vias de extinção.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Vida, Jogo e Morte de Lul Mazrek”, de Ismail Kadaré, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2004 e com 228 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 228
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
