
Título: A Força do silêncio: Contra a ditadura do barulho
Autor: Cardeal Robert Sarah
Sinopse: Numa época cada vez mais barulhenta, em que a tecnologia e os bens materiais não cessam de alargar a sua influência, pode parecer um empreendimento arrojado escrever um livro sobre o silêncio. Contudo, o mundo produz tantos ruídos que a procura de pequenos oásis de silêncio se torna ainda mais necessária. Para o cardeal Robert Sarah, à força de tanto descartar o que é divino, o homem moderno mergulhou num enorme vazio que é uma provação angustiante e opressora. O cardeal vem por isso lembrar que a vida é uma relação silenciosa entre o que há de mais íntimo no homem e Deus. O silêncio é indispensável para a escuta da música de Deus; e a oração nasce do silêncio e volta incessantemente a ele de uma forma cada vez mais profunda. Nesta conversa com Nicolas Diat, o cardeal Sarah interroga-se: os homens que não conhecem o silêncio poderão alguma vez atingir a verdade, a beleza e o amor? A resposta é clara: tudo o que é grande e criador implica silêncio. Deus é silêncio. Depois do sucesso internacional de Deus ou nada, que já foi traduzido para 14 línguas e publicado em Portugal pela Lucerna (2016), o cardeal Robert Sarah propõe-se agora dar ao tema do silêncio todo o destaque que ele indubitavelmente merece.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Força do silêncio: Contra a ditadura do barulho”, de Cardeal Robert Sarah, publicado pela editora Lucerna, em 2017 e com 270 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lucerna
Páginas: 270
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789898809308
Sobre a editora
Os livros da editora Lucerna costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla reflexão profunda e acesso a conhecimentos específicos, com um tom didático e cuidadoso. O catálogo apresenta obras que transitam entre temas científicos, religiosos e culturais, frequentemente com um ritmo mais contemplativo e uma linguagem que convida à meditação e ao aprendizado gradual. Há um interesse claro em explorar raízes históricas e filosóficas, seja na física nuclear, na teologia cristã ou na literatura folclórica, criando um ambiente de leitura que valoriza o diálogo entre passado e presente. A presença de textos que dialogam com a educação e a prática docente também sugere um público que busca aprofundamento e aplicação prática do conhecimento, com obras que combinam pesquisa e acessibilidade.
