
Título: A Gatinha Siamesa Chinesa
Autor: Amy Tan
Sinopse: Esta é a história de Ságoa, a famosa gata da China, que viveu há um milhão de vidas felinas. Arteira como ela só, a gatinha morava na casa do Magistrado Tolo, um homem ambicioso e criador de leis que só beneficiavam a ele mesmo.Certo dia, assustada com uma das leis proferidas entre um berro e outro pelo Magistrado – que dizia ao povo para NÃO cantar até o pôr-do-sol, Ságoa saltou da prateleira e caiu direto dentro de um tinteiro.Sem querer, a gatinha esfregou o nariz sujo de nanquim na lei e apagou o tal "NÃO" que proibia o canto. Resultado: as pessoas tiveram que cantar até o sol ir embora. Um contentamento de dar gosto espalhava-se pelo rosto de todos.Mas surpreendentemente a confusão mudaria – adivinhem? – o coração de um Magistrado. Tolo? Parece que nem tanto. Agora melhor seria dizer sábio.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “A Gatinha Siamesa Chinesa”, de Amy Tan, publicado pela editora Rocco, em 2001 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Rocco
Páginas: 32
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8532513107
ISBN13: 9788532513106
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
