
Título: A Ingrid Veio Ver o Mar
Autor: Edna Bueno
Sinopse: A Ingrid veio ver o mar, de Edna Bueno, recebeu, em 2002, da União Brasileira dos Escritores (UBE) o importante prêmio Adolfo Aizen. O narrador-personagem, um menino do Rio de Janeiro, conta, com muita afetividade, sobre o dia em que sua família recebeu duas hóspedes de Minas Gerais: a menina Ingrid e sua mãe. Ansiosa desde a chegada, Ingrid não pensava em outra coisa: seu grande desejo era ir à praia ver o mar. Edna Bueno tece, com muita emoção e sensibilidade, a relação dos personagens com a grandeza, o mistério e a infinitude do oceano. Meu pai mostrou um mapa pra gente. (…) Meu pai é que sabe explicar longe e perto do mar: ele entende de mapa (…) Ingrid ficou paradinha que nem estátua olhando o mar e rindo… Enroladinha na toalha. (…) … meu avâ que eu nem conheci, velejava (…) igualzinho àqueles barcos que aparecem no mar.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “A Ingrid Veio Ver o Mar”, de Edna Bueno, publicado pela editora Global Editora, em 2004 e com 16 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 16
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526009508
ISBN13: 9788526009509
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,820
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
