
Título: A Instituição Negada
Autor: Franco Basaglia
Sinopse: Seja qual for a carreira que escolhemos e os papéis sociais que representamos, sempre teremos algum tipo de vínculo com as instituições sobre as quais se organiza nossa sociedade. Família, escola, fábrica, universidade, hospital são instituições que repousam sobre a divisão entre os que têm e os que não têm poder e geram, via de regra, relações de opressão e violência que se transformam em exclusão. A finalidade de cada instituição justifica, muitas vezes, científica e tecnicamente, o tipo de violência desenvolvida em seu seio. Por exemplo, pais opressores e escolas arbitrárias justificam suas ações em nome da educação. O grau de aplicação da violência depende da necessidade de ocultá-la ou disfarçá-la. A negação e a transformação desses sistemas resultam da consciência e do questionamento do campo de ação em que agimos. O conceito da experiência levada a cabo por Basaglia, no manicômio, tem sido adotado em vários lugares no mundo e pode ser transposto a outras instituições.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “A Instituição Negada”, de Franco Basaglia, publicado pela editora Paz e Terra, em 2009 e com 326 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Paz e Terra
Páginas: 326
Ano: 2009
Edição: 3
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8570380259
ISBN13: 9788570380258
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,386
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Paz e Terra costumam apresentar obras que exploram temas históricos, políticos e sociais com profundidade analítica e rigor documental. A experiência de leitura é marcada por textos que dialogam com a formação cultural e política, abordando desde revoluções e conflitos mundiais até reflexões sobre identidade nacional e processos educacionais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que vão do relato histórico detalhado a análises críticas sobre democracia, economia e cultura. O catálogo sugere uma preocupação em conectar passado e presente, com um ritmo que privilegia o pensamento crítico e o entendimento dos processos sociais complexos.
