
Título: A Segunda Morte de Ramón Mercader
Autor: Jorge Semprun
Sinopse: O jovem militante espanhol Ramon Mercader entrou para a história como o assassino de Trotski, a soldo de Stálin. Mas nada é mecânico nessa história. Até ser recrutado pela polícia secreta da União Soviética, Ramon foi exemplo do revolucionário de todas as boas causas, tendo lutado na Guerra Civil Espanhola e dedicado sua vida ao comunismo. O leitor fica conhecendo outro Ramon Mercader, não o matador de aluguel eternizado pela história oficial, mas o filho de Caridad del Río, uma mulher avançada para seu tempo. Ele entrou ainda adolescente para a luta política, foi preso, viveu na clandestinidade, uniu-se a uma revolucionária como ele, participou da luta armada e,em razão de sua coragem, foi recrutado em 1937 pela URSS. A missão que viria em seguida se colaria à sua pele como destino. Preso depois da morte de Trotski, ficou 20 anos encarcerado no México, de onde seguiu para a URSS e, em 1970, para Cuba, onde passaria seus últimos anos. A complexidade e profundidade de um homem reduzido na memória coletiva ao triste papel de assassino, Reconstituindo a história dramática das origens familiares de Mercader em Barcelona, de sua heroica e aventurosa participação na Guerra Civil Espanhola e da convicção revolucionária com que aceitou sua última e fatídica missão de carrasco, depois de outras ações arriscadas em Moscou e Paris.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Segunda Morte de Ramón Mercader”, de Jorge Semprun, publicado pela editora Paz e Terra, em 1976 e com 351 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paz e Terra
Páginas: 351
Ano: 1976
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Paz e Terra costumam apresentar obras que exploram temas históricos, políticos e sociais com profundidade analítica e rigor documental. A experiência de leitura é marcada por textos que dialogam com a formação cultural e política, abordando desde revoluções e conflitos mundiais até reflexões sobre identidade nacional e processos educacionais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que vão do relato histórico detalhado a análises críticas sobre democracia, economia e cultura. O catálogo sugere uma preocupação em conectar passado e presente, com um ritmo que privilegia o pensamento crítico e o entendimento dos processos sociais complexos.
