
Título: A Instrumentalina
Autor: Lidia Jorge
Sinopse: A infância tem sido, para inúmeros escritores, uma espécie de arca doirada da qual retiram muita da inspiração que alimenta as suas obras. A Instrumentalina é um desses casos de maravilhada referência às emoções dos anos de juventude. Trata-se de uma narrativa particularmente depurada, escrita de um único fôlego, e onde, de forma comovedora, se patenteiam a ternura e a inocência de uma primeira paixão. Foi esse carácter muito especial, que tão claramente distingue a presente narrativa da restante obra ficcional de Lídia Jorge, que tornou imperativa a sua edição como peça autónoma; que originou a tradução para línguas como inglês, francês, italiano, húngaro, búlgaro e alemão, e levou a que, na Alemanha, fosse considerada uma obra-prima do conto. Uma obra dotada de um fascínio que o leitor não esquecerá. Acabamento: Brochura. Peso: 90g. Dimensões: 20.8 x 13.5 x 0.4.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “A Instrumentalina”, de Lidia Jorge, publicado pela editora Dom Quixote, em 2015 e com 48 páginas, integra a categoria Europeia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Dom Quixote
Páginas: 48
Ano: 2015
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português de Portugal
ISBN:
ISBN13: 9789722058612
Sobre a editora
Os livros da editora Dom Quixote costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla densidade histórica e humana, frequentemente explorando os efeitos do passado sobre a vida individual e coletiva. O catálogo apresenta narrativas que transitam entre o íntimo e o político, com personagens que enfrentam dilemas morais, memórias dolorosas e transformações sociais, seja em contextos de guerra, regimes autoritários ou mudanças culturais profundas. O tom varia do contemplativo ao tenso, com histórias que vão do romance histórico ao thriller, passando por relatos de sobrevivência e ficção especulativa. A linguagem tende a ser elaborada, convidando o leitor a uma reflexão cuidadosa, e o ritmo pode oscilar entre o meditativo e o urgente, conforme o tema.
