
Título: A IRA Das Aguas
Autor: Edla Van Steen
Sinopse: O poeta Murilo Mendes dizia que "só não existe o que não pode ser imaginado". A frase, adotada como epígrafe de A Ira das Águas, de Edla Van Steen, define o espírito do livro e a absoluta liberdade de construção temática adotada pela autora. Recriando o existente, imaginando o inexistente e prendendo-os na mesma trama, Edla consegue criar em todos os sete contos do livro um clima de incerteza e de mistério, cuja origem pode se encontrar no inexplicado das situações ou nas mentes das personagens. Há tramas que se equilibram como no fio da navalha, como no provocativo Mãe e Filho, onde a revelação de um segredo de namorados balança duas famílias, e em Mania de Cinema, a eclosão de um mundo de lembranças de uma mulher madura, provocada por uma observação de um antigo namorado. Encontros e desencontros físicos e psicológicos assinalam contos como Nojo, no qual Edla mostra-se em pleno domínio do diálogo, justo, conciso e depurado, lembrando a sua condição de autora teatral de sucesso
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “A IRA Das Aguas”, de Edla Van Steen, publicado pela editora Global Editora, em 2023 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Global Editora
Páginas: 224
Ano: 2023
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526009761
ISBN13: 9788526009769
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
