
Título: O Gato Barbudo
Autor: Edla Van Steen
Sinopse: O texto de Edla van Steen, escritora com mais de vinte títulos publicados, entre contos, romances, entrevistas, peças de teatro e infantojuvenis, e as ilustrações alegres, meigas e engraçadas de Ana Ciça fazem de O gato barbudo, escrito para as netas da autora, uma leitura encantadora. As rimas, escolhidas com simplicidade, próprias do mundo infantil, constroem a história do relacionamento afetivo ? paixão, namoro, casamento, filhos, netos ? de um simpático casal de gatos, Cascudo e Cida. Era uma vez um gato sabido/ que se chamava Cascudo,/ e que gostava de quase tudo (...) Ele namorava a Cida/ uma gata atrevida,/ e muito sabida. O pai de Cida era carteiro,/ o irmão barbeiro/ e o avô... padeiro. Abrir espaço para a leitura do gênero poético na sala de aula é possibilitar o resgate do lúdico, da capacidade de criar e agir criativamente.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Gato Barbudo”, de Edla Van Steen, publicado pela editora Global Editora, em 2000 e com 24 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 24
Ano: 2000
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 852600638X
ISBN13: 9788526006386
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,070
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
