
Título: A Loucura dos Outros
Autor: Nara Vidal
Sinopse: O tempo morde tanto ou mais que a loucura nos contos breves e cortantes de Nara Vidal. A decrepitude está à espreita em cada esquina, Em cada casamento acomodado, em cada frustração ou tédio. Intituladas com nomes de mulheres, as pequenas fábulas são humanas, de tão cruéis. O que é ser “humano”, afinal, parece perguntar-se Nara a cada parágrafo. O que fazemos aqui? Existimos apenas para a reprodução e depois morrermos, insatisfeitos com a vida, como a mariposa Atlas no conto final, Íris?O amor, neste livro duro, mas saborosíssimo, só vinga quando impossível, ou quando a morte o arrebata. E aí só resta atear fogo às vestes com uma garrafa de rum e uma prosaica caixa de fósforos.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Loucura dos Outros”, de Nara Vidal, publicado pela editora Editora Reformatório, em 2016 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Reformatório
Páginas: 136
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8566887247
ISBN13: 9788566887242
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,210
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora EDITORA REFORMATORIO convidam a uma imersão em narrativas densas, que exploram conflitos humanos profundos e dilemas existenciais. A experiência de leitura frequentemente traz personagens marcados por solidão, opressão social ou familiar, e uma busca intensa por sentido, muitas vezes ambientada em cenários que vão do urbano contemporâneo a comunidades rurais ou históricas. O tom das obras varia entre o poético e o cru, com histórias que transitam entre o realismo psicológico e a reflexão sobre temas como morte, memória, identidade e poder. O catálogo revela uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a confrontar a complexidade das relações humanas e a fragilidade das certezas cotidianas.
