
Título: A maior mentira do mundo
Autor: Luciana Gerbovic
Sinopse: Camilla voltou de uma viagem de dez dias à pequena Noordwijk, na Holanda. Ali, tinha esperanças de reencontrar o amor de juventude, com quem mantém contato apesar de ambos terem tomado os rumos esperados: casamento, filhos, trabalho exaustivo. Ela vaga pela cidade holandesa, e Mateus não aparece. A frustração da fantasia romântica se mistura à dolorosa revisão de um passado que não quer passar. O romance que Camilla se põe então a narrar é endereçado a esse amor perdido, mas é acima de tudo um acerto de contas com uma sociedade conservadora e uma família de comportamento afetuoso e aprisionante. A narrativa de Luciana Gerbovic fala sobre um relacionamento acidentado, mas persistente, em que cabem muitas coisas: o desejo, o companheirismo, a contestação política, o desafio às convenções e o questionamento às maiores mentiras que se contam em nome da moral e dos bons costumes. Qual será a maior de todas essas mentiras? Como diz o escritor Flavio Cafiero na orelha do livro, “o primeiro romance de Luciana Gerbovic traça, com rasgos febris de honestidade, a jornada particular de uma mulher em busca plena. [...] Nossa protagonista é uma mulher. Mulher que aborta, mulher que casa, que tem filhos e que almeja uma carreira... Protagonista? Em que trama? A sua? A que lhe foi dada? Camilla é o eco de uma imensa coletividade, aquela que abarca metade do mundo”.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A maior mentira do mundo”, de Luciana Gerbovic, publicado pela editora Quelônio, em 2024 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quelônio
Páginas: 128
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6587790682
ISBN13: 9786587790688
Sobre a editora
Os livros da editora Quelônio costumam apresentar personagens profundamente humanos, muitas vezes mulheres que enfrentam desafios íntimos e sociais, como a reinvenção da vida na velhice ou a luta por liberdade em culturas patriarcais. O catálogo revela uma atenção especial à poesia contemporânea, marcada por investigações do corpo, do amor e da memória, com linguagem que pode variar do fragmentado ao lírico, sempre com um tom próximo e reflexivo. As narrativas transitam entre o pessoal e o político, explorando tensões sociais, memórias afetivas e conflitos familiares em contextos urbanos ou culturais específicos. O ritmo das obras pode ser tanto acelerado e digressivo quanto contemplativo e detalhista, com um cuidado evidente no projeto gráfico e na apresentação artesanal de alguns títulos.
