
Título: Por trás dos sete véus
Autor: Fátima El Kadri
Sinopse: Histórias de mulheres de origem árabe que lutam por liberdade e desejo, sem abrir mão de sua religiosidade e de sua cultura. São relatos de ficção sobre protagonismos femininos em uma cultura patriarcal. Mais que narrativas sobre a mulher árabe no Ocidente, os contos da autora são um retrato universal da coragem feminina. Inspirada na própria ancestralidade libanesa, Fátima El Kadri tece narrativas que atravessam gerações, costurando histórias de amor e identidade. As protagonistas vivem sentimentos conflitantes, como a sensualidade, a dor, a fé e o desejo de liberdade, em narrativas que se fazem muitas vezes em segredo, mas que desafiam o tempo com beleza, luta e encantamento. A autora procura “revelar as múltiplas e diversas mulheres que vivem por trás dos véus islâmicos – reais ou simbólicos – que a cultura lhes impõe”, como diz a escritora Tatiana Eskenazi, no texto de orelha do livro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Por trás dos sete véus”, de Fátima El Kadri, publicado pela editora Quelônio, em 2025 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quelônio
Páginas: 160
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8593229700
ISBN13: 9788593229701
Sobre a editora
Os livros da editora Quelônio costumam apresentar personagens profundamente humanos, muitas vezes mulheres que enfrentam desafios íntimos e sociais, como a reinvenção da vida na velhice ou a luta por liberdade em culturas patriarcais. O catálogo revela uma atenção especial à poesia contemporânea, marcada por investigações do corpo, do amor e da memória, com linguagem que pode variar do fragmentado ao lírico, sempre com um tom próximo e reflexivo. As narrativas transitam entre o pessoal e o político, explorando tensões sociais, memórias afetivas e conflitos familiares em contextos urbanos ou culturais específicos. O ritmo das obras pode ser tanto acelerado e digressivo quanto contemplativo e detalhista, com um cuidado evidente no projeto gráfico e na apresentação artesanal de alguns títulos.
