
Título: A máquina de ser
Autor: João Gilberto Noll
Sinopse: Cada um dos 24 contos de "A Máquina de Ser", o décimo-quarto livro de João Gilberto Noll, é um convite à observação da solidão. Para isso, o autor concentra suas narrativas no campo onde o ser humano está condenado a ser sempre só: o do pensamento, insondável e impenetrável. Em meio aos gestos automáticos e banais do dia-a-dia, seus personagens tentam se encontrar na vastidão de suas mentes, onde não há ninguém para ajudá-los a erguer as fronteiras entre o que é vivido de fato e o que é imaginado, sonhado ou fantasiado.
A disposição temática dos contos reunidos em "A Máquina de Ser" contempla uma diversidade de narradores e atmosferas cujo encadeamento confirma e, ao mesmo tempo, renova a habilidade que o autor tem de surpreender - e desestabilizar - seu leitor, na medida em que revela novas, profundas e inesgotáveis possibilidades de ser. Em A máquina de ser, João Gilberto Noll mostra que a verdadeira literatura desequilibra os leitores.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A máquina de ser”, de João Gilberto Noll, publicado pela editora Frente, em 2008 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Frente
Páginas: 160
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Frente costumam trazer uma leitura marcada por humor e ironia, muitas vezes voltada para o universo adolescente e cotidiano com uma linguagem direta e coloquial. O catálogo sugere obras que exploram relações sociais e comportamentos humanos em contextos informais, como a escola, a música e o convívio entre jovens. Há uma predileção por textos que misturam o didatismo com o lúdico, apresentando temas como educação sexual, amizade e autoconhecimento de forma leve, mesmo quando tratam de assuntos delicados. A experiência de leitura tende a ser descontraída, com ritmo ágil e tom que alterna entre o crítico e o bem-humorado, convidando o leitor a refletir sem perder o tom divertido.
