
Título: A Menina No Vento
Autor: Luca Crippa
Sinopse: A extraordinária e comovente história verídica da sobrevivente do holocausto Hedy Epstein, A Menina no Vento. Numa pequena e tranquila cidade alemã, há uma menina como muitas outras. O seu nome é Hedy e vive no seio de uma família cheia de amor. Mas, um dia, na escola, o professor aponta-lhe uma arma à cabeça e diz-lhe para sair e nunca mais voltar. Hedy é judia, e estamos no dia depois da Noite de Cristal, 10 de novembro de 1938. Por sorte, os pais conseguem pô-la num comboio com destino a Inglaterra. Eles ficam para trás. Oito anos passam, começam os julgamentos dos criminosos nazis, e há uma menina que chega a Berlim. Hedy está de regresso ao país e quer ajudar a condenar os médicos nazis que conduziram experiências desumanas nos campos de concentração. Há vinte e três acusados e ela não vai poupar esforços. Porém, Hedy tem também outra missão, tão ou mais difícil e dolorosa: perceber o que aconteceu aos pais, cujo rasto se perdeu nos portões de Auschwitz. No vento, aquela menina parece escutar os lamentos e a tristeza dos que mais ama, e ela é, também, filha dele. Hedy não vai descansar até aquele vento serenar e a dor poder, por fim, não ser esquecida, mas começar a curar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Menina No Vento”, de Luca Crippa, publicado pela editora Presença, em 2024 e com 277 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Presença
Páginas: 277
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722373471
ISBN13: 9789722373470
Sobre a editora
Os livros da editora Presença convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram tanto conflitos íntimos quanto grandes panoramas históricos e sociais. O catálogo revela obras que transitam entre a ficção contemporânea, marcada por personagens em busca de autoconhecimento e relações complexas, e títulos que abordam períodos históricos ou culturais com linguagem acessível e detalhada. Há um equilíbrio perceptível entre histórias mais narrativas, que focam no desenvolvimento emocional e psicológico, e outras que adotam um tom mais informativo e didático, como ensaios sobre arte, filosofia e história. O tom das obras varia do humor sutil ao drama profundo, frequentemente com ritmo que privilegia a reflexão e a construção cuidadosa dos ambientes e personagens.
