
Título: A Metamorfose
Autor: Franz Kafka
Sinopse: “A Metamorfose, em alemão Die Verwandlung, foi escrito durante o Outono de 1912 e publicado em Leipzig em Outubro de 1915. Em 1917, [Kafka] tossiu sangue, e o resto da sua vida, que se prolongou por sete anos, foi pontuado por estadas periódicas em sanatórios da Europa Central. Nesses últimos anos da sua breve existência (morreu com quarenta anos), viveu uma feliz aventura amorosa com a amante em Berlim, em 1923, perto do lugar onde eu vivia. Na Primavera de 1924, foi internado num sanatório próximo de Viena, onde morreu a 3 de Junho, de tuberculose da laringe. Foi enterrado no cemitério judeu de Praga. Pediu ao amigo Max Brod para queimar todos os seus escritos, mesmo os textos publicados. Felizmente, Brod não acedeu aos desejos do amigo. […] Prestemos atenção ao estilo de Kafka. Na sua claridade, no seu tom preciso e formal, em agudo contraste com o assunto tenebroso do conto. Não há metáforas poéticas a adornar esta severa história a preto-e-branco. A nitidez do seu estilo sublinha a riqueza perversa da sua fantasia. Contraste e unidade, estilo e assunto, trama e forma, alcançam aqui uma coesão perfeita.” [Do Prefácio de Vladimir Nabokov]
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Metamorfose”, de Franz Kafka, publicado pela editora Relógio D'Água, em 2021 e com 136 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Relógio D'Água
Páginas: 136
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9897831487
ISBN13: 9789897831485
Sobre a editora
Os livros da editora Relógio D'Água apresentam uma leitura que mescla densidade intelectual e narrativa envolvente, transitando entre a poesia, a filosofia e a ficção literária com forte carga reflexiva. As obras frequentemente exploram tensões entre pensamento e ação, passado e presente, individual e coletivo, criando atmosferas que oscilam entre o íntimo e o universal. O ritmo das narrativas varia, podendo ser contemplativo e psicológico em alguns casos, ou marcado por conflitos morais e políticos em outros, sempre com uma linguagem que privilegia a precisão e a profundidade. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como a condição humana, o poder, a memória e as contradições sociais, com textos que dialogam tanto com a tradição clássica quanto com questões contemporâneas.
