
Título: A Morte da Economia
Autor: Paul Ormerod
Sinopse: A ciência econômica parece ter atingido um ápice de prestígio acadêmico e influência prática nas decisões de governos, empresas e famílias. O que levou Paul Ormerod a dizer que ela está em crise? Apresentado em termos deliberadamente provocativos, o paradoxo serve como ponto de partida para a exposição clara, inteligente e persuasiva de uma crítica à vertente dominante da ciência econômica - a que teve início com a apropriação de Adam Smith pelos neoclássicos, no século XIX, até os mais recentes e sofisticados modelos matemáticos, que supostamente demonstram a superioridade incondicional do livre mercado. Um livro de imensa atualidade, habilmente pontuado de exemplos e casos concretos que esclarecem o ponto de vista do autor e o tornam acessível a um amplo público de leitores.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Morte da Economia”, de Paul Ormerod, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1996 e com 258 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 258
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8571645523
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
