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A Morte da Economia

Título: A Morte da Economia

Autor: Paul Ormerod

Sinopse: A ciência econômica parece ter atingido um ápice de prestígio acadêmico e influência prática nas decisões de governos, empresas e famílias. O que levou Paul Ormerod a dizer que ela está em crise?Apresentado em termos deliberadamente provocativos, o paradoxo serve como ponto de partida para a exposição clara, inteligente e persuasiva de uma crítica à vertente dominante da ciência econômica - a que teve início com a apropriação de Adam Smith pelos neoclássicos, no século XIX, até os mais recentes e sofisticados modelos matemáticos, que supostamente demonstram a superioridade incondicional do livre-mercado.Um livro de imensa atualidade, habilmente pontuado de exemplos e casos concretos que esclarecem o ponto de vista do autor e o tornam acessível a um amplo público de leitores.

Contexto da obra

Na área de Administração, livros como este costumam se ligar a gestão, estratégia e aplicação prática. “A Morte da Economia”, de Paul Ormerod, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1996 e com 264 páginas, integra a categoria Livros de Administração. Esse contexto costuma ser útil para situar a obra entre leituras mais conceituais e leituras mais voltadas à ação.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 264

Ano: 1996

Edição: Administra‹o

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8571645523

ISBN13: 9788571645523

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,308
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,40

Sobre a editora

Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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