
Título: A Mulher que Amou Demais
Autor: Nelson Rodrigues
Sinopse: Pode a mulher tornar-se dona de si ou ela está irremediavelmente presa a impulsos e inclinações devastadores? O amor é uma escolha ou um abalo, uma doença que acomete as mulheres quando elas menos esperam? É com questões como essas que Nelson Rodrigues provoca as almas femininas sob o disfarce do pseudônimo Myrna. "Myrna escreve" era o nome da coluna em que Nelson respondia a consultas sentimentais no Diário da Noite. Com o mesmo nome, o autor assinou um único romance, publicado em 26 capítulos diários, no ano de 1949. Às vésperas do casamento, Lúcia se apaixona por outro homem. Único folhetim de Nelson Rodrigues assinado com o pseudônimo Myrna, 'A Mulher Que Amou Demais' tem agora sua primeira publicação em livro. Para Nelson, o amor da mulher se traduz irremediavelmente em excesso e desgraça, tomando o corpo como uma possessão que o corrói lentamente. Diferentemente de Susana Flag, o heterônimo feminino mais famoso de Nelson Rodrigues, ela se mostra delicada e reflete alguns dos mais profundos atributos que o escritor identificava na alma da mulher.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Mulher que Amou Demais”, de Nelson Rodrigues, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2003 e com 184 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 184
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788535904147
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
