
Título: A noiva judia
Autor: Pedro Paixão
Sinopse: A Noiva Judia, escrito em 1992, não tem nada a ver com religião. O título, roubado de um quadro de Rembrandt, é somente a forma que Paixão encontrou para se tornar um escritor que adotou uma identidade judaica, por considerar que o povo judeu é "o povo do Livro". Desde então, não escreveu nenhuma história onde não houvesse personagens judias. Mas sendo judeus ou não, homens ou mulheres, apaixonados ou que já se apaixonaram, os narradores destes contos têm algo em comum com o homem contemporâneo: os conflitos com a identidade, com o mundo moderno e com o outro. Paixão nasceu em Lisboa em 1956, estudou filosofia e se tornou escritor aos 36 anos. Com este publicação inédita, a Gryphus apresenta ao público brasileiro o primeiro livro do escritor, que já se encontra na nona edição em Portugal. Também dá continuidade à coleção "Identidade" sobre autores estrangeiros de países lusófonos. Extrato do Livro: "Costumava forçar-se a chorar antes de chegar a casa, depois de estar com seu amante. Olhava-se no espelho do elevador e dizia a si própria baixinho que o tempo lhe havia de roubar toda a beleza". (in : "Lágrimas", A Noiva Judia) Este trecho, de um dos 26 contos do curto e perturbador livro de estréia de Pedro Paixão na literatura, expressa a angústia e o dilema das relações amorosas. Uma temática que vai estar presente em quase toda a obra de quem já é considerado um dos grandes escritores portugueses e que, segundo afirma, não seria escritor sem o judaísmo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A noiva judia”, de Pedro Paixão, publicado pela editora Gryphus, em 2004 e com 104 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gryphus
Páginas: 104
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575100750
ISBN13: 9788575100752
Sobre a editora
Os livros da editora GRYPHUS convidam o leitor a navegar por um universo editorial que mescla narrativas densas e temas contemporâneos, com abordagens que vão do ensaio político a histórias de fantasia urbana. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram tensões sociais e culturais, frequentemente ambientadas em contextos brasileiros ou latino-americanos, mas sem se limitar a eles. O tom varia entre o analítico e o poético, com textos que podem ser tanto reflexivos quanto carregados de humor sutil. Há também espaço para obras que dialogam com o sobrenatural, misturando elementos de suspense e aventura com uma linguagem acessível, o que amplia o público para leitores jovens e adultos. Essa diversidade sugere que a GRYPHUS privilegia livros que provocam reflexão e entretêm, com narrativas que transitam entre o realismo e o fantástico.
