
Título: A Outra Metade do Céu
Autor: Zildete Melo
Sinopse: A OUTRA METADE DO CÉU são crônicas partilhadas na intimidade de uma conversa sem reservas. É o lado de dentro do lado de fora, com seus assombros e alumbramentos, compartilhado pelo olhar de uma mulher que aposta no encontro com o outro e credita ao amor a única possibilidade de redenção. Numa prosa convidativa e afetuosa, a autora passeia por acontecimentos que vão da meninice ao delírio de ser surpreendida com a existência de um menininho a quem ela se refere como “filho do meu filho” e que cedo lhe perguntaria o que é brincar de existir. Nesse brincar de existir e também resistir, não há respostas fáceis para as perguntas que ela faz, mas nem por isso as deixa de fazer, como por exemplo: a quem interessa a sina do me nino e da menina a quem a noite pede perdão por ser longa e fria? Acabamento: Brochura. Peso: 300g. Dimensões: 18 x 12 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “A Outra Metade do Céu”, de Zildete Melo, publicado pela editora Confraria do Vento, em 2020 e com 212 páginas, integra a categoria Poesia - Brasileira. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Confraria do Vento
Páginas: 212
Ano: 2020
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788555320934
Sobre a editora
Os livros da editora Confraria Do Vento convidam a uma leitura que mescla densidade poética e reflexão crítica, com uma forte presença da linguagem literária que flerta entre o ensaio, a poesia e a narrativa contemporânea. O catálogo sugere obras que exploram temas como a condição humana, o corpo, a marginalidade e a memória, muitas vezes com um tom introspectivo, às vezes marcado por tensões entre o lírico e o político. A experiência de leitura pode variar do ritmo cadenciado da poesia a narrativas mais cruas e investigativas, com textos que não se acomodam a fórmulas e que desafiam o leitor a acompanhar um fluxo de pensamento por vezes fragmentado ou experimental. A Confraria Do Vento parece privilegiar uma escrita que valoriza o jogo entre o intelectual e o sensível, em ambientes que vão do urbano às paisagens interiores e imaginárias.
