
Título: A Questão Nacional e a Antropologia Espanhola
Autor: Christina de Rezende Rubim
Sinopse: É comum entre os antropólogos afirmar que não existe antropologia na Espanha, em consequência das ditaduras que enfrentou no século XX. Ultrapassar essa aparente obviedade é fundamental na compreensão e na análise da construção da antropologia espanhola e é o que a torna singular entre tantas outras. A pretensa invisibilidade da disciplina possui um contexto histórico mais amplo – tanto interno quanto externo –, sendo atualmente uma vertente do pensamento social espanhol tão importante quanto outros, solicitado a intervir em vários problemas nacionais, porém com uma identidade própria, um estilo possível de se pensar e fazer. É necessário ser antropologicamente correto em nossas análises, não hierarquizando os diferentes saberes na disciplina. Somente assim conseguiremos construir projetos que façam a antropologia superar, uma vez mais, a sua contribuição na legitimidade do status quo no mundo contemporâneo.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “A Questão Nacional e a Antropologia Espanhola”, de Christina de Rezende Rubim, publicado pela editora Appris Editora, em 2018 e com 287 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Appris Editora
Páginas: 287
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8547310207
ISBN13: 9788547310202
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,80
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
