
Título: A República de Hemingway
Autor: Giselle Beiguelman
Sinopse: A República de Hemingway'''', de Giselle Beiguelman-Messina, é um estudo instigante e singular. Análise das aproximações e dos distanciamentos políticos, estéticos e ideológicos do autor de Por Quem os Sinos Dobram em face do discurso stalinista, do pensamento liberal norte-americano, da produção cultural antifascista e da pregação do totalitarismo nazi-facista, este livro é não menos uma discussão cerrada e uma interpretação inovadora da idéia de República que republicanos espanhóis e a esquerda internacional tinham em mente. ''''Desconstruída'''', à luz da rica pesquisa empreendida, ela se desdobra, para além de uma unidade idealizada, em um conjunto de Repúblicas, que se interceptam e se contradizem sem se anular, no embate dos homens e das concepções em cena. Neste espaço de ocorrência, dramática encruzilhada da história e dos rumos do século XX, ainda perpassam, como eco remanescente de uma velha gravação sulcada em cartas, artigos, livros e memórias, as reverberações dos problemas que tangeram os seus atores e que ainda hoje fazem ouvir uma de suas perguntas: Por quem dobram os sinos na República de Hemingway?
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “A República de Hemingway”, de Giselle Beiguelman, publicado pela editora Perspectiva, em 1993 e com 218 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Perspectiva
Páginas: 218
Ano: 1993
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527300591
ISBN13: 9788527300599
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,252
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
