
Título: Psicanálise e Teoria Literária
Autor: Philippe Willemart
Sinopse: Como aliar inspiração, tradição, cultura e invenção, por um lado, grão de gozo, real, rasura e manuscrito, por outro lado? A roda da escritura ajuda a entender as relações entre esses conceitos a partir do estudo dos manuscritos. O homem, escritor ou artista continua sendo o centro, mas mais subjugado do que sujeito, mais aberto às descobertas do que planejador, se sentindo como o Édipo artista e suplicante em relação a linguagem escolhida e não mais regente de uma escritura instrumental, scriptor enfim para se tornar autor. É o que Philippe Willemart estuda através das teorias literária e psicanalítica por meio dos manuscritos de Marcel Proust e de Henry Bauchau neste livro Psicanálise e teoria literária (O tempo lógico e a roda da escritura) que a Editora Perspect iva publica na coleção Estudos.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Psicanálise e Teoria Literária”, de Philippe Willemart, publicado pela editora Perspectiva, em 2014 e com 248 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Perspectiva
Páginas: 248
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527310066
ISBN13: 9788527310062
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,262
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
