
Título: A Revolução Espanhola: 1931-1939
Autor: Pierre Broué
Sinopse: A Revolução Espanhola foi uma das cruentas guerras civis deste século. Durou três anos, um verdadeiro prólogo à Segunda Guerra Mundial. Porém, justamente no contexto de uma Espanha entregue a uma luta sem quartel entre republicanos e fascistas, o movimento operário e camponês adquiriu forças e condições suficientes para querer implantar uma nova ordem econômica, social e política, como era a sua aspiração, chocando-se, nesse caminho, com as direções tradicionais de partidos e sindicatos tidos por seus representantes. O estudo de Pierre Broué põe em relevo as refrações desse choque no âmbito republicano. Por que a reação armada pôde ter a iniciativa? Por que as organizações de trabalhadores do campo e da cidade não lograram realizar em combate a unidade que constituía o anseio de todos aqueles que nelas depositavam a sua confiança? Seria possível conduzir ao mesmo tempo a guerra e a revolução? Quando Hitler e Mussolini falavam como senhores da Espanha de Franco, que papel desempenhava Stalin na Espanha dos republicanos? É o velho debate entre 'autoritários' - e 'antiautoritários' na prova de fogo (...) que aqui se examina á luz da história da Revolução Espanhola.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Revolução Espanhola: 1931-1939”, de Pierre Broué, publicado pela editora Perspectiva, em 1992 e com 189 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 189
Ano: 1992
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
