
Título: A Saga do Monstro do Pântano - Livro Seis
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: De 1983 a 1987, um jovem escritor britânico chamado Alan Moore revolucionou os quadrinhos dos Estados Unidos. Sua ousada abordagem na série do Monstro do Pântano, da DC Comics, definiu novos padrões para a narrativa gráfica e desencadeou uma revolução na nona arte que repercute até os dias de hoje. Partindo das premissas de horror gótico do título e construindo um marcante e intuitivo estilo narrativo e uma profundidade de caracterização sem precedentes, a visão de Moore foi traduzida assombrosamente em belos desenhos de colaboradores como Stephen Bissette e John Totleben, Rick Veitch e Alfredo Alcala. O resultado é uma das mais duradouras obras-primas dos quadrinhos. Este sexto e último volume da série reúne as edições 57 a 64 de Swamp Thing, e inclui as clássicas histórias Amor Alienígena e Toda Carne é Erva, bem como um texto introdutório de Stephen Bissette.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Saga do Monstro do Pântano – Livro Seis”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Panini Comics, em 2015 e com 212 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Panini Comics
Páginas: 212
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Panini Comics trazem histórias que transitam entre o heroísmo clássico e conflitos contemporâneos, com foco em personagens icônicos enfrentando desafios pessoais e ameaças globais. A leitura costuma envolver narrativas de ação com ritmo dinâmico, muitas vezes ambientadas em cidades modernas ou cenários cósmicos, onde alianças e rivalidades se desenrolam com tensão constante. O catálogo apresenta uma predominância de quadrinhos no formato americano, frequentemente combinando elementos de suspense, batalhas épicas e dilemas morais. Há obras que privilegiam o desenvolvimento de grupos e equipes, enquanto outras exploram confrontos mais individuais e introspectivos, criando um equilíbrio entre histórias mais narrativas e outras com tom mais direto e visual.
