
Título: A Saga dos Super-Heróis Brasileiros
Autor: Roberto Guedes
Sinopse: UM BRASIL REPLETO DE SUPER-HERÓIS Apesas de as revistas de super-heróis serem consideradas pelos críticos como um sub-produto literário americano, elas encontram a admiração de milhões de fãs ao redor do mundo e em particular, dos brasileiros. Desde as primeiras publicações em "terra brasilis". nossos autores sofreram com a resistência dos incrédulos ao tentarem adaptar tal temática à realidade brasileira. Mesmo assim, muitas obras se destacaram das demais por apresentarem textos bem construídos e inteligentes, ou ainda, pela qualidade da arte. E é delas que este livro trata. Dos roteiristas, dos desenhistas, das editoras - grandes ou pequenas - e dos editores independentes que souberam promover seus super-heróis. Verdadeiros produtos que, por um determinado período de tempo, geraram burburinho, receita, cativaram um público leitor e mais, propiciaram aos seus autores a chance de "darem seu recado"! Ao terminar de ler A Saga dos Super-Heróis Brasileiros, com certeza o leitor chegará à conclusão que, independente dos estilos e temas, qualquer um que tente viver de quadrinhos no Brasil é, sim senhor, um genuíno "super-herói brasileiro"...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Saga dos Super-Heróis Brasileiros”, de Roberto Guedes, publicado pela editora Opera Graphica Editora, em 2005 e com 114 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Opera Graphica Editora
Páginas: 114
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora OPERA GRAPHICA EDITORA costumam explorar narrativas densas e envolventes, muitas vezes ambientadas em universos sombrios e fantásticos. O catálogo traz desde histórias de horror clássico com vampiros e criaturas sobrenaturais, até quadrinhos que misturam suspense, ação e crítica social, como relatos sobre a Amazônia e mitos locais. A linguagem visual é marcante, com traços que variam do clássico ao moderno, e o ritmo das histórias pode ser tanto acelerado e alucinante quanto reflexivo e mordaz. Há uma atenção clara a personagens icônicos do terror nacional, assim como a obras que dialogam com o imaginário popular e cultural brasileiro.
