
Título: A SAGRAÇÃO DA AUTENTICIDADE
Autor: Lipovetsky Gilles
Sinopse: O direito a sermos como somos tem-se afirmado, desde os anos 1970, como uma ideia de força maior, um poderoso transformador antropológico. Mudou a forma como as pessoas se relacionam consigo mesmas, com o género, com a sexualidade e com a família, com o trabalho e a arte, com a política e a religião. Reformulou fundamentalmente o modo de ser e de viver em sociedade, configurou uma nova condição subjectiva, deu origem a uma nova fase na civilização dos indivíduos. Contribuiu para o advento do estágio hipermoderno do estado social democrático-individualista: fez-nos mudar o mundo. Estamos no momento em que esse ideal atingiu o zénite da sua influência social. Agora é sermos nós mesmos no consumo quotidiano - comer, viajar, vestir, decorar a casa, comunicar. Nenhum setor escapa ao fetichismo do autêntico. Em todos os contextos queremos sentido, verdade, transparência, naturalidade, sinceridade, fidelidade a si mesmo. Vivemos uma fase de conclusão histórica da cultura da autenticidade. Seremos capazes de enfrentar todos os desafios do nosso século ansioso? Nada é menos certo.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “A SAGRAÇÃO DA AUTENTICIDADE”, de Lipovetsky Gilles, publicado pela editora Edições 70, em 2022 e com 448 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições 70
Páginas: 448
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9724425940
ISBN13: 9789724425948
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,550
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
