
Título: A Sociedade da Deceção
Autor: Lipovetsky Gilles
Sinopse: A deceção é uma experiência universalmente partilhada pelos homens. Enquanto ser de desejo cuja essência é negar o que é – Sartre dizia do homem que ele não é o que é e que é o que não é – o homem é um ser que espera e que, assim, não pode escapar à experiência da deceção. Desejo e deceção andam lado a lado, a diferença entre expetativa e real, princípio de prazer e princípio da realidade, raramente são satisfeitos. Mas se a deceção faz parte da condição humana, será necessário observar que a civilização moderna, individua-lista e democrática, lhe deu um peso e um relevo excecionais, uma superfície psicológica e social sem precedentes históricos.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “A Sociedade da Deceção”, de Lipovetsky Gilles, publicado pela editora Edições 70, em 2017 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Edições 70
Páginas: 112
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9724417085
ISBN13: 9789724417080
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,75
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
