
Título: A Sensação de Setembro
Autor: Marcos Rey
Sinopse: Em A sensação de setembro, Marcos Rey, sempre perspicaz no seu olhar sobre o espaço urbano e sobre a época em que viveu, cria uma divertida e bem-humorada sátira social. A paz voltou ao território de Duducha, pois escândalos em sociedade são perecíveis como figos ou telenovelas após a exibição do último capítulo. A pior consequência do havido foi ter que se ausentar do salão do Mariinho, que, muito compreensivo, mandou uma de suas profissionais à mansão para os serviços de beleza. A história vivida pela família do industrial Ferd Kremmelbein – sua esposa Duducha e o filho Rudi -, pelo violinista e compositor Stênio Rossi, pela modelo Bruna Maldonado, pelo gato Mozart, pela empregada Claudete da Silva, pelo mordomo Olegário, pelo psicoterapeuta Amarante, entre outros, prende a atenção do leitor a cada página – diálogos surpreendentes, ação, suspense, conflitos afetivos, jogo de interesses, intrigas e uma boa dose de sensualidade.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Sensação de Setembro”, de Marcos Rey, publicado pela editora Global Editora, em 2010 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Global Editora
Páginas: 168
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526014900
ISBN13: 9788526014909
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,280
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
