
Título: A sociedade dos chavões: Presença e função do lugar-comum na comunicação
Autor: Claudio Julio Tognolli
Sinopse: Num mundo de respostas rápidas, os chavões caem como uma luva. A pedra que surge no meio do caminho é a tentação que este tipo de linguagem produz: conceitos enrijecidos pelo seu uso contínuo. Os desgastes acabam produzindo lugares-comuns de todas as espécies. Na efervescência do deadline, estas expressões perdem o efeito, a originalidade e revelam como os redatores se apropriam de alguns vocabulários transmitidos - na sua maioria de maneira popular - e os estiliza. Criando-o e devolvendo-o ao público, e assim recriando um sistema de moto perpétuo. Em suma, é a linguagem do clone e da dízima periódica constante. Ao contrário do signo lingüístico e a sua contínua progressão e possibilidades de significados e sentidos nas diversas leituras, o clichê trabalha na ordem inversa: é o esvaziamento, a regressão, a escassez de simbolização e o sentido único.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A sociedade dos chavões: Presença e função do lugar-comum na comunicação”, de Claudio Julio Tognolli, publicado pela editora Escrituras, em 2008 e com 248 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Escrituras
Páginas: 248
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Escrituras convidam o leitor a percorrer caminhos que mesclam investigação acadêmica, poesia e narrativas que exploram a memória e a cultura. O catálogo revela uma atenção especial a temas ligados à história social, biografias e reflexões filosóficas, com obras que trazem desde relatos documentais até poesia contemporânea. A experiência de leitura varia entre textos densos e didáticos, como os que abordam educação e design, e outros mais líricos e imagéticos, como os de poesia e arte visual. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras com tom reflexivo ou ensaístico, contemplando públicos que buscam tanto aprofundamento quanto sensibilidade estética.
