
Título: A Sombra dos Viadutos em Flor
Autor: Cadão Volpato
Sinopse: "Parece que os anos 80 do século XX não morrem nunca. Para um punhado de jovens daquele tempo, viver foi só um outro tipo de aventura. À sombra dos viadutos em flor, de autoria de Cadão Volpato, é uma lembrança pessoal e intransferível de um tempo de música em que tudo estava começando, o rock, ele mesmo, com suas legiões urbanas, seus voluntários da pátria, suas mercenárias, suas plebes rudes. Cadão Volpato era revisor da revista Veja nos primeiros anos da década. E em uma carreira paralela também foi garoto-propaganda. Mas isso eram só ocupações no ofício de viver. Na vida irreal, Volpato era letrista e vocalista de uma banda de rock, cujo nome fora tomado casualmente de um gênio do cinema: Fellini. A banda nasceu em São Paulo no ano de 1984, na região dos viadutos que cortam a Avenida 9 de Julho. Teve uma vida curta, mas deixou alguns discos que com o passar dos anos foram sendo cada vez mais cultuados. "
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Sombra dos Viadutos em Flor”, de Cadão Volpato, publicado pela editora Editora SESI-SP, em 2018 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora SESI-SP
Páginas: 144
Ano: 2018-09-19
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8550404624
ISBN13: 9788550404622
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,191
- Altura (cm): 18,50
- Largura (cm): 13,90
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Editora SESI-SP apresentam um panorama editorial que combina narrativas literárias com obras de cunho educativo, artístico e social. A experiência de leitura pode variar entre textos poéticos e contos de curta extensão, que exploram temas humanos e cotidianos, e publicações que documentam projetos sociais e artísticos ligados à comunidade. O catálogo traz também títulos que valorizam a cultura local e global, com olhares sobre a cidade, a história e a diversidade cultural, além de obras que abordam educação, sustentabilidade e alimentação consciente. A linguagem transita entre o acessível e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
