
Título: A Study in Scarlet
Autor: Sir Arthur Conan Doyle
Sinopse: Introduction by Anne Perry Includes newly commissioned endnotes In 1887, a young Arthur Conan Doyle published A Study in Scarlet, creating an international icon in the quick-witted sleuth Sherlock Holmes. In this very first Holmes mystery, the detective introduces himself to Dr. John H. Watson with the puzzling line “You have been in Afghanistan, I perceive,” and so begins Watson’s, and the world’s, fascination with this enigmatic character. In A Study in Scarlet, Doyle presents two equally perplexing mysteries for Holmes to solve: one a murder that takes place in the shadowy outskirts of London, in a locked room where the haunting word Rache is written upon the wall, the other a kidnapping set in the American West. Picking up the “scarlet thread of murder running through the colourless skein of life,” Holmes demonstrates his uncanny knack for finding the truth, tapping into powers of deduction that still captivate readers today.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Study in Scarlet”, de Sir Arthur Conan Doyle, publicado pela editora Modern Library, em 2007 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Modern Library
Páginas: 160
Ano: 2007
Edição: Modern Library Pbk. Ed
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780307430489
ISBN13: 9780307430489
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Modern Library costuma oferecer uma experiência que mescla narrativas densas e reflexivas com retratos históricos e literários de grande fôlego. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram tanto a intimidade da condição humana, como poemas e romances de caráter psicológico, quanto relatos detalhados de eventos históricos, como batalhas e conflitos globais. Há uma constante atenção à complexidade das personagens e ao contexto social, seja em romances que discutem papéis femininos e lutas pessoais, seja em biografias e ensaios que iluminam momentos cruciais da história mundial. O tom varia entre o contemplativo e o dramático, com ritmo que ora privilegia o detalhamento minucioso, ora a narrativa envolvente, sem abrir mão da profundidade.
