
Título: A Tentação da Bicicleta Edmondo De AmicisNos Editora
Autor: Edmondo de Amicis
Sinopse: Nesta longa cro^nica, o autor italiano Edmondo De Amicis, investiga os efeitos da extraordina´ria popularizac¸a~o da bicicleta entre seus contempora^neos, nas relac¸o~es amorosas, na literatura e, claro, nele mesmo e em seu inconsciente. Testemunha diversas cenas de pessoas caindo de amores pelas duas rodas, desde alquebrados idosos a rotundos pais de fami´lia de meia idade. A bicicleta enta~o era a nova grande moda, a ‘cura girato´ria’ que fazia desaparecer reumatismos, inso^nias, cefaleias. Um veíiculo que parecia fazer com que as pessoas pudessem ‘cortar o ar sem praticamente sentir o contato com a terra’, como se fossem seres alados. Uma delícia de texto, de uma atualidade extraordinária.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Tentação da Bicicleta Edmondo De AmicisNos Editora”, de Edmondo de Amicis, publicado pela editora Editora Nós e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Nós
Páginas: 64
Ano:
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8569020120
ISBN13: 9788569020127
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,110
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.
