
Título: A Tragedia da Princesa Rokunomiya
Autor: Kuniko Tsurita
Sinopse: Pela primeira vez no Brasil, o trabalho da misteriosa e ousada quadrinista Kuniko Tsurita. Numa época em que as artistas mulheres eram minoria até nos gibis dirigidos ao público feminino, surgiu Kuniko Tsurita quebrando regras, rompendo tabus e tornando-se a primeira mulher a publicar regularmente na legendária Garo, a revista que liderou os mangás de vanguarda no Japão. Tsurita não apenas foi aquela que melhor retratou a cena underground do Japão dos anos 1960, mas também uma pioneira que, por exemplo, ousou a retratar amores explicitamente lésbicos. Misturando influências da literatura francesa (Sade, Jean Genet, Le Clésio, Céline, Camus...) com outras das artes plásticas (Dürer, Käthe Kollwitz, Aubrey Beardsley, Goya...) e o psicodelismo de artistas como Tadanori Yokoo e Aquira Uno, os quadrinhos de Tsurita são de tirar o fôlego, impressionantes em sua ousadia e beleza. A Tragédia da Princesa Rokunomiya é uma ampla coletânea que reúne desde as primeiras histórias publicadas na Garo até a última, Flight, que, entre outras coisas, fala de voar sobre a floresta amazônica. A edição conta inclusive com um texto de Naoyuki Takahashi, viúvo de Tsurita, a respeito do interesse que a artista tinha pelo Brasil.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Tragedia da Princesa Rokunomiya”, de Kuniko Tsurita, publicado pela editora Veneta, em 2022 e com 504 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Veneta
Páginas: 504
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8595711534
ISBN13: 9788595711532
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,900
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 5,00
Sobre a editora
Os livros da editora Veneta convidam o leitor a mergulhar em narrativas que combinam densidade histórica, crítica social e uma forte presença dos quadrinhos como linguagem. Entre obras que exploram desde a biografia de figuras complexas até relatos autobiográficos e ficções que transitam entre o real e o surreal, o catálogo revela um interesse constante por temas como o ativismo político, a memória cultural e as tensões sociais contemporâneas. A diversidade editorial é notável, com títulos que vão do mangá autobiográfico ao quadrinho histórico, passando por histórias em quadrinhos eróticas e relatos sobre movimentos sociais. O tom das obras varia entre o poético e o crítico, muitas vezes com ritmo cadenciado e foco na experiência subjetiva, mas também com momentos de suspense e humor ácido.
