
Título: Escuta, Formosa Marcia
Autor: Marcello Quintanilha
Sinopse: Ganhador do Fauve D’Or 2022, o prêmio máximo do Festival de Angoulême O novo quadrinho de Marcello Quintanilha, vencedor dos prêmios Angoulême, Rudolph Dirks e Jabuti! Mãe solteira, nascida e criada em uma comunidade uma comunidade do Estado do Rio, a enfermeira Márcia vem travando uma verdadeira batalha doméstica para disciplinar sua filha, a insubordinada Jaqueline. Apesar do auxílio de seu companheiro Aluísio, padrasto da garota, tudo parece inútil: Jaqueline não aceita se submeter a nada que a impeça de sair por aí e fazer o que quiser, sem dar satisfações a ninguém. Porém, quando a jovem se vê envolvida até o pescoço com o crime organizado, Márcia estará disposta a chegar às últimas consequências para livrá-la dessa enrascada. Quer Jaqueline queira, quer não. Muito se especulava sobre a nova HQ de Marcello Quintanilha, um dos mais célebres quadrinistas brasileiros, aclamado internacionalmente. Munido de uma paleta de cores fortes e de seu estilo único de construir diálogos, Quintanilha conseguiu outra vez: Escuta, Formosa Márcia é um suspense familiar emocionante, surpreendente e inequivocamente brasileiro. Do mesmo autor de Tungstênio (2014 – prêmios Angoulême e Rudolph Dirks), Talco de Vidro (2015), Hinário Nacional (2016 – prêmio Jabuti), Todos os Santos (2018), Luzes de Niterói (2019) e Deserama (2020). Sobre o autor: Marcello Quintanilha nasceu em 1971, em Niterói. Atualmente mora em Barcelona. Autodidata, tornou-se quadrinista profissional ainda adolescente, nos anos 1980, desenhando gibis de terror e artes marciais para a editora Bloch. Nos anos 1990, passou a publicar seus quadrinhos em revistas como a General, General Visão, Nervos de Aço, Metal Pesado, Zé Pereira e a Heavy Metal. Em 1991, foi premiado no Salão do Humor de Ribeirão Preto. Ainda nesse ano foi premiado na 1ª Bienal de Quadrinhos do Rio de Janeiro. E voltou a ser premiado na segunda edição da Bienal, em 1993. Em 1999, foi premiado no Salão Carioca de Humor. Também em 1999, lançou seu primeiro livro de quadrinhos: Fealdade de Fabiano Gorila. Nesse momento, Quintanilha ainda assinava “Marcello Gaú”. Depois, se seguiram mais dois: Sábado dos Meus Amores (2009) e Almas Públicas (2011). Tungstênio foi lançado pela Veneta em 2014. E logo depois na Espanha, França, Alemanha, Itália, Polônia... Um sucesso internacional que rendeu a Quintanilha diversos prêmios, incluindo o mais importante: o Angoulême. Em 2018 a adaptação do livro estreou nos cinemas brasileiros, dirigida por Heitor Dhalia. Talco de Vidro foi lançado em 2015, outro grande sucesso de público e de crítica. Em 2016 lançou Hinário Nacional, premiado com um Jabuti, depois vieram Todos os Santos (2018), Luzes de Niterói (2019), e em 2020 lançou seu primeiro romance, Deserama.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Escuta, Formosa Marcia”, de Marcello Quintanilha, publicado pela editora Veneta, em 2021 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Veneta
Páginas: 128
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586691435
ISBN13: 9786586691436
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,679
- Altura (cm): 28,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Veneta convidam o leitor a mergulhar em narrativas que combinam densidade histórica, crítica social e uma forte presença dos quadrinhos como linguagem. Entre obras que exploram desde a biografia de figuras complexas até relatos autobiográficos e ficções que transitam entre o real e o surreal, o catálogo revela um interesse constante por temas como o ativismo político, a memória cultural e as tensões sociais contemporâneas. A diversidade editorial é notável, com títulos que vão do mangá autobiográfico ao quadrinho histórico, passando por histórias em quadrinhos eróticas e relatos sobre movimentos sociais. O tom das obras varia entre o poético e o crítico, muitas vezes com ritmo cadenciado e foco na experiência subjetiva, mas também com momentos de suspense e humor ácido.
