
Título: Afrodite. Quadrinhos Eróticos
Autor: Paulo Leminski
Sinopse: Em 1978, em plena Ditadura Militar, o casal de poetas Paulo Leminski e Alice Ruiz se aventurou pelo mundo dos quadrinhos, criando roteiros para quadrinistas consagrados, como Flávio Colin, Júlio Shimamoto e Claudio Seto. Eram histórias de terror, mitologia grega e até uma inspirada no escritor Dalton Trevisan. Mas a base era sempre a mesma: o erotismo libertário, feminista e escandaloso. Publicadas em diversas revistas da editora curitibana Grafipar _como Rose, editada por Alice Ruiz, e Eros_ elas fizeram grande sucesso nas bancas de todo o país, até que a censura apertou o cerco, e elas saíram de circulação. Agora, mais de trinta anos depois, eles são reunidas pela primeira vez em um só livro.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Afrodite. Quadrinhos Eróticos”, de Paulo Leminski, publicado pela editora Veneta, em 2015 e com 112 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Veneta
Páginas: 112
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8563137433
ISBN13: 9788563137432
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,382
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Veneta convidam o leitor a mergulhar em narrativas que combinam densidade histórica, crítica social e uma forte presença dos quadrinhos como linguagem. Entre obras que exploram desde a biografia de figuras complexas até relatos autobiográficos e ficções que transitam entre o real e o surreal, o catálogo revela um interesse constante por temas como o ativismo político, a memória cultural e as tensões sociais contemporâneas. A diversidade editorial é notável, com títulos que vão do mangá autobiográfico ao quadrinho histórico, passando por histórias em quadrinhos eróticas e relatos sobre movimentos sociais. O tom das obras varia entre o poético e o crítico, muitas vezes com ritmo cadenciado e foco na experiência subjetiva, mas também com momentos de suspense e humor ácido.
