
Título: A Última Revolta na Terra
Autor: A. E. Van Vogt
Sinopse: "Renaissance". De A.E.Van Vogt nada é necessário dizer - excepto que mais uma vez estará representado na Colecção Argonauta, agora com A Última Revolta na Terra, versão portuguesa de Renaissance, uma das suas últimas obras. Suponha-se um mundo do futuro - um mundo dominado pelas mulheres e em que os homens usam obrigatoriamente óculos que os tornam passivos e submissos. Um dia, o Dr. Peter Grayson descobre acidentalmente uma maneira de se libertar desse domínio: uma fenda praticamente invisível, nos vidros rosados dos seus óculos, que o torna, de súbito, viril e poderoso. As mulheres desejam-no - porque está vivo! Mas a fenda terá surgido de facto por um simples acidente? Sem que Grayson o saiba, a sua libertação está a ser vigiada por uma organização revolucionária que pretende servir-se dos seus poderes para expulsar os dominadores do mundo. Dominadores esses que não são mulheres - nem humanos!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Última Revolta na Terra”, de A. E. Van Vogt, publicado pela editora Livros do Brasil, em 1979 e com 184 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Livros do Brasil
Páginas: 184
Ano: 1979
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Livros do Brasil costumam transportar o leitor para universos densos, onde a ficção científica clássica e o romance policial ganham destaque, alternando entre narrativas de aventura espacial e intrigas investigativas. A experiência de leitura combina ritmo envolvente com temas que vão da exploração do espaço e dilemas éticos da humanidade até mistérios criminais elaborados, sempre com um tom que equilibra suspense e reflexão. O catálogo indica uma predileção por histórias que desafiam o leitor a acompanhar tramas complexas, ora com foco em personagens multifacetados, ora com ambientações históricas ou futuristas detalhadas. A diversidade presente nas obras sugere um equilíbrio entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora privilegiam a ação e o imaginário, ora abordam questões sociais e filosóficas.
