
Título: A velocidade de aceleração
Autor: Paul Virilio
Sinopse: Paul Virilio é um ensaísta, tem por campo a experiência e o pensamento, sobretudo a experiência das tecnologias — da arquitectura, do cinema e dos transportes em geral ao vídeo, dos computadores ao ciberespaço. Actualmente começa a trabalhar sobre a “bomba informática”, denunciada já por Einstein, como ele refere nas páginas deste livro. É urbanista, “especialista da velocidade e alvo preferido de muitos internautas”, como é apresentado numa entrevista. As suas questões iniciais são as do ordenamento do espaço e do tempo. Do primeiro ordenamento nos dá conta a primeiríssima parte da sua obra. Mas cedo, desde sempre talvez, se interessou pelo problema da velocidade: Vitesse et Politique, 1977, é o seu segundo livro. A Terra e o Universo devêm “dromosfera”; intitula os seus estudos de “dromologia”. Drómos: acção de correr, corrida.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A velocidade de aceleração”, de Paul Virilio, publicado pela editora Relógio D'água, em 2000 e com 194 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Relógio D'água
Páginas: 194
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9727083773
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Relógio D'Água apresentam uma leitura que mescla densidade intelectual e narrativa envolvente, transitando entre a poesia, a filosofia e a ficção literária com forte carga reflexiva. As obras frequentemente exploram tensões entre pensamento e ação, passado e presente, individual e coletivo, criando atmosferas que oscilam entre o íntimo e o universal. O ritmo das narrativas varia, podendo ser contemplativo e psicológico em alguns casos, ou marcado por conflitos morais e políticos em outros, sempre com uma linguagem que privilegia a precisão e a profundidade. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como a condição humana, o poder, a memória e as contradições sociais, com textos que dialogam tanto com a tradição clássica quanto com questões contemporâneas.
