
Título: Uma Filosofia do Design: A Forma das Coisas
Autor: Vilém Flusser
Sinopse: O crítico de media e filósofo, Vilém Flusser, defende, numa série de pequenos ensaios, que o nosso futuro depende do design. Abrangendo uma grande variedade de temas — ética industrial; tendas, chapéus-de-chuva e xamãs; a arquitectura de Wittgenstein; vasilhas cerâmicas —, Flusser centra a atenção nas relações entre a arte e a ciência, a teologia e a tecno gia, a arqueologia e a arquitectura. O design, ou seja, o dar forma às coisas, produziu no passado instrumentos de destruição de massa e grandes obras de arte; a sua evolução é, por conseguinte, uma ameaça e, simultaneamente, uma grande oportunidade para o homem do futuro. A este propósito, Flusser não tem dúvidas: o nosso futuro é essencia uma questão de design, de forma das coisas. Em torno desta provocatória tese desenvolve esta antologia de pequenos ensaios, surpreendentes pelo estilo irónico e linguagem alusiva, pela penetrante agudeza crítica e desarmante simplicidade. Um interessante instrumento de interpretação para nos orientarmos na quotidianidade material e nos possíveis cenários da evolução.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Uma Filosofia do Design: A Forma das Coisas”, de Vilém Flusser, publicado pela editora Relogio D'agua, em 2010 e com 152 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Relogio D'agua
Páginas: 152
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9896410364
ISBN13: 9789896410360
Sobre a editora
Os livros da editora Relógio D'Água apresentam uma leitura que mescla densidade intelectual e narrativa envolvente, transitando entre a poesia, a filosofia e a ficção literária com forte carga reflexiva. As obras frequentemente exploram tensões entre pensamento e ação, passado e presente, individual e coletivo, criando atmosferas que oscilam entre o íntimo e o universal. O ritmo das narrativas varia, podendo ser contemplativo e psicológico em alguns casos, ou marcado por conflitos morais e políticos em outros, sempre com uma linguagem que privilegia a precisão e a profundidade. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como a condição humana, o poder, a memória e as contradições sociais, com textos que dialogam tanto com a tradição clássica quanto com questões contemporâneas.
