
Título: Aceleração da aprendizagem de quem?
Autor: Solange Maria Alves Poli
Sinopse: O problema orientador do estudo emerge da atuação da autora como assessora da rede municipal de ensino de Chapecó (SC) durante a implementação do Programa de Classes de Aceleração no município. Naquele momento, marcado por um movimento próprio de conflitos, debates, resistências e contradições, colocava-se, por meio das representações docentes, a indagação acerca dos critérios de seleção das crianças que freqüentariam o Programa Classes de Aceleração e sobre quem eram essas crianças. Daí a necessidade de se investigar de modo mais profundo sobre esses sujeitos. O livro retrata um pouco este movimento no interior de uma proposta educacional pautada por princípios político-pedagógicos, em favor da transformação social. Procura, a partir de entrevistas realizadas com crianças e de visita às famílias, levantar elementos concretos para uma leitura dessas crianças enquanto sujeitos históricos, tendo como alicerce mestre a teoria histórico-cultural.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Aceleração da aprendizagem de quem?”, de Solange Maria Alves Poli, publicado pela editora Argos, em 2003 e com 161 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Argos
Páginas: 161
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575350463
ISBN13: 9788575350461
Sobre a editora
Os livros da editora ARGOS convidam a uma imersão em temas ligados à história regional, ciências humanas e sociais, além de debates contemporâneos em educação, cultura e políticas públicas. A leitura geralmente envolve narrativas que combinam pesquisa acadêmica com relatos documentais e análises críticas, criando um ritmo que alterna entre o descritivo e o reflexivo. O catálogo privilegia obras que exploram o oeste catarinense sob múltiplas perspectivas, mas também se estende a discussões sobre urbanismo, inclusão e ciência e tecnologia no Brasil. Há uma atenção especial a textos que, mesmo densos, mantêm uma linguagem acessível, favorecendo tanto o público acadêmico quanto leitores interessados em temas sociais e culturais.
