
Título: Albert Nobbs: A Novella
Autor: Geroge Moore
Sinopse: Long out of print, George Moore's classic novella returns just in time for the major motion picture starring Glenn Close as a woman disguised as a man in nineteenth-century Ireland. Set in a posh hotel in nineteenth-century Dublin, Albert Nobbs is the story of an unassuming waiter hiding a shocking secret. Forced one night to share his bed with an out-of-town laborer, Albert Nobbs' carefully constructed facade nearly implodes when the stranger disovers his true identity-that he's actually a woman. Forced by this revelation to look himself in the mirror, Albert sets off in a desperate pursuit of companionship and love, a search he's unwilling to abandon so long as he's able to preserve his fragile persona at the same time. A tale of longing and romance, Albert Nobbs is a moving and startlingly frank gender-bending tale about the risks of being true to oneself. With a foreword by Glenn Close
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Albert Nobbs: A Novella”, de Geroge Moore, publicado pela editora Penguin Books, em 2011 e com 98 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 98
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0143122525
ISBN13: 9780143122524
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
