
Título: Altas Literaturas
Autor: Leyla Perrone-Moisés
Sinopse: Quais os grandes autores da literatura ocidental? Por que são considerados "grandes"? Este volume - definido como "um pequeno livro sobre um assunto vasto e talvez infinito: o da oscilação dos valores [estéticos, naturalmente] na Bolsa Literária" - trata de uma história da literatura ocidental contada de um ângulo particular, pois essas perguntas são respondidas com base nas preferências literárias de um respeitável elenco de leitores: Ezra Pound, T. S. Eliot, Jorge Luis Borges, Octavio Paz, Italo Calvino, Michel Butor, Haroldo de Campos e Philippe Sollers. E, ao contar a história das leituras desses refinados leitores, o livro acaba contando também a história de uma leitora crítica igualmente refinada: a própria Leyla Perrone-Moisés.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Altas Literaturas”, de Leyla Perrone-Moisés, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1998 e com 240 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 240
Ano: 1998
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571648026
ISBN13: 9788571648029
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,309
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
