
Título: Amo a mulher que sou
Autor: Linda Jarosch
Sinopse: Embora as mulheres de hoje tenham ganhado muita liberdade, muitas vezes são menos livres para lidar consigo mesmas. Elas se comparam aos outros, entregam-se à culpa ou se sentem desvalorizadas. Linda Jarosch tem dado cursos específicos para mulheres há muitos anos e sabe os motivos da falta de amor-próprio. Na figura bíblica de Maria Madalena ela vê um modelo de como as mulheres podem encontrar seu próprio caminho para mais amor e força. Usando seu exemplo, Linda Jarosch mostra que é possível lidar com insultos, sentimentos de inferioridade, perfeccionismo e sentimentos negativos como culpa, inveja, insatisfação, e descobrir a própria feminilidade. É assim que uma mulher se torna novamente o personagem principal de sua própria vida.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Amo a mulher que sou”, de Linda Jarosch, publicado pela editora Editora Vozes, em 2023 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Editora Vozes
Páginas: 184
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6557137727
ISBN13: 9786557137727
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,216
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,70
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Vozes oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e acessibilidade, com foco em temas religiosos, filosóficos e sociais. A maior parte das obras dialoga com a tradição cristã, especialmente o catolicismo, abordando desde fundamentos teológicos e hermenêuticos até reflexões sobre espiritualidade e práticas pastorais. Além disso, o catálogo inclui textos que exploram a antropologia cultural, sociologia da religião e educação, com uma linguagem que varia entre o didático e o ensaístico, sempre com atenção ao contexto histórico e cultural. Há obras que propõem exercícios práticos, como vivências para o desenvolvimento pessoal, e outras que se dedicam à análise crítica e interdisciplinar, indicando um equilíbrio entre abordagens mais narrativas e outras mais informativas.
